sábado, 15 de maio de 2010

Esse é o mundo no qual você vive - parte I


Estou de volta, leitores assíduos do Gastei Muito e pessoas que nunca estiveram aqui, mas que vieram, gentilmente, conferir nossas gastações.

Hoje começarei a falar do mundo como ele é: uma grande babaquice. É isso mesmo. O mundo em si é legal, mas as pessoas o estragam. As pessoas e suas personalidades forçadas. Tão contraditório isso, neh? O que seria do mundo sem as pessoas? Uma bolinha qualquer que gira em torno do Sol? Grande coisa! Mas, enfim, quando acabarem de ler, vocês entenderão tudo e me darão a razão (nem me darão nada, mas eu espero que leiam).

O mundo como ele é: a verdade tem que ser dita, afinal

“Quem sou eu? O que faço aqui? De onde vim? Para onde vou?” Essas são as perguntas que movem o mundo, dizem. O ser humano é ignorante e busca respostas, talvez pra tentar descobrir o sentido disso tudo que nós chamamos de vida ou simplesmente porque se sente na obrigação de deixar de ser um nada incrustrado no Planeta Terra, vivendo às custas do interesse dos outros.

Mas agora, deixando de falar como meu antigo professor de Filosofia,vamos lá: por que, afinal, eu disse que o mundo é uma grande babaquice? Cara, é muito simples. Se você é uma pessoa atenta às coisas do dia-a-dia e observa tudo o que está rolando a sua volta, vai concordar. Farei aqui a colocação inicial do meu ponto de vista sobre isso: o mundo é uma grande loja onde as pessoas são rótulos expostos sobre prateleiras!

E são mesmo! Todos nós, sem excessão, temos uma personalidade marcante. É fato que a maioria das vezes somos condicionados a agir de certa forma, uma vez que o ser humano é um bicho tão FDP, que se ajusta a qualquer situação, se depender disso pra viver.
Partindo daí, achei interessante listar, de uma vez por todas, algumas personalidades nas quais os seres humanos se prendem. E se fodem.

Observem que tudo o que fazemos na vida tem um propósito. Seja pra sobreviver, pra ficar rico, pra encontrar o amor de nossa vida, pra ser famoso, enfim, pra tudo mesmo. É essa tal motivação que o Higor colocou em seu último post. Eu, por exemplo, fui motivada a escrever pra vocês porque quero que conheçam minhas ideias (e talvez porque queira aparecer um pouquinho, não sei).

Esses tais rótulos que mencionarei cada um de nós, seja quem for, é adepto. Alguns se identificarão com todos os perfis, outros com uns dois e uns babacas aparecidos dirão que não se identificam com nenhum, mas estarão mentido, porque todo mundo tem um perfil, ou pelo menos força um. São colocações simplistas, uma vez que a vida é bem mais complicada. Mas o importante mesmo é vocês se situarem e saberem identifcar os tipos. Pra que, eu não sei, mas deve servir de alguma coisa. Então vamos lá.

Joselitos: resumidamente, os joselitos são pessoas inconvenientes ou sem noção. Nem sempre são as duas coisas ao mesmo tempo, uma vez que há casos em que o cara tem noção do que ta fazendo, mas mesmo assim insiste em ser inconveniente. Todo mundo tem seu momento joselito, assim como têm pessoas que aderem ao joselitismo a todo momento, sem uma pausa. São um saco. Normalmente afastam as pessoas legais que estão às suas voltas, mas como são tão joselitos mesmo, não percebem isso.

Metidos a críticos: esses englobam boa parte dos perfis. São pessoas que têm uma certa tendência a discordar de tudo e somente a opinião deles valem. Eles não sabem p*rra nenhuma, mas acham que são os donos da verdade. Como muitas pessoas devem ter percebido, essa coisa de crítico tá fora de moda há tempos. Cara, acorda pra vida! Hoje em dia tudo é maneiro, tudo é cool, tudo é demais. Os críticos já tiveram seu espaço no passado, quando a mente e a imaginação das pessoas eram menores que uma bolinha de gude, mas hoje isso acabou. Essas pessoas são antipatizadas por todos e mesmo assim não se tocam. Podem ser chamados de joselitos, também.

Uma observação importante: é claro que não podemos desconsiderar os críticos de arte, música, cinema, mas essas pessoas são estudadas, já viajaram muito e têm uma bagagem imensa de sabedoria. Esses, sim, podem criticar, diferente dos mongolóides que se acham os melhores, mas não sabem nada.

Efusivos: riem demais, falam demais, beijam demais, abraçam demais, enfim, são DEMAIS. Mas não demais no sentido de ‘poxa, fulano me ajudou com um trabalho, ele é demais’. Não, nada disso. Os efusivos ultrapassam os limites, são exagerados, chatos, forçados e sufocam as pessoas. Sabe aquela pessoa que, quando você ta contando uma piada, ela ri o tempo todo e muito, que até perde a graça? Ou então aquela que, quando você ta contando alguma coisa, ela nem pisca, fica prestando atenção a tudo o que você fala, não deixa passar nada? Estes seres incovenientes (olha o perfil joselito aí de novo) são forçados mesmo, não dão espaço pra nada. Parecem querer agradar tanto, que se esquecem de não serem ‘demais’.


Experts da música: Esses caras são chatos. São mesmo. Na maioria das vezes, são os revoltadinhos que nasceram no pós-anos 80 e não aceitam de forma alguma presenciar a geração Lady Gaga/ Britney Spears. Eles sabem todas as músicas que fizeram sucesso nos anos 60-70-80 e o nome de todas as bandas e cantores, ícones dessas épocas. Até aí, tudo bem, eles têm todo o direito de gostar do que querem e se revoltarem com essa situação. O problema é quando eles entram em brigas idiotas, como por exemplo: uma pessoa diz que It’s my life, do Bon Jovi, é uma música boa. O tal inteligente, pagando de melhor do mundo, parece que levou uma facada e diz que “iTs mY LiFe? sÓ oS mOdInHaS cUrTeM”. Puta merda, cara chato. Ele é tão radical com isso, que se estiver em uma festa e não tiver um cd dos Beatles, por exemplo, o cara vai embora. Dá pra acreditar? Pra você ver como são alienados.

Em meu próximo post, conheçam os "nerds de escola/faculdade", os "egocêntricos", os "gastadores" e os "remanescentes da ditadura".



Beijos, amo vocês, fofos!

3 comentários:

  1. Resumindo: Todo mundo é Joselito.

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  2. Gostei muito,hahahhahahhahahaa

    e concordo em tudo!
    ser humano acha o que não é.

    "mais evoluido",hahahahaha
    acho super hilário quando dizem isso.
    enfim,pobres mortais[inclusive eu]

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